Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007

"Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas,
paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos.
Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para
Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém,
pouco praticou, pois Padre Pafúncio pediu para pintar panelas, porém
posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir
permissão par permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris.
Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos,
preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam
precipitar-se principalmente pelo Pico, pois pastores passavam pelas
picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas
perfurações, pois, pelo passo percorriam permanentemente, possantes
potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos,
procurando pontos pitorescos, pois, para pintarpobreza, precisaria
percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro
Paulo precatar-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder
prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento,
provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir
prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso
partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando
principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense,
partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou,
prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes.
- Paris! Paris! -
proferiu Pedro Paulo - parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois
pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais,
porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu
prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para
prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso
percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal.
Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu:- Pediste permissão
para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo
Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias?
-Papai - proferiu Pedro Paulo - pinto porque permitiste, porém
preferindo,poderei procurar profissão própria para poder provar
perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo
pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu
prontamente, pois pretendia pôr
Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela
ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro,
pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus,
piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam
pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por
pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro
profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar
pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente
Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios,
pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo
preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois
precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu
pintando..."
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para
pensar.



publicado por miguel_lima_18 às 11:35 | link do post | comentar | favorito

1 comentário:
De RUIM a 29 de Novembro de 2007 às 11:44
porra...


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